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domingo, 25 de janeiro de 2015

Meu irmão é uma Delícia

Sempre tive um desejo pelo meu irmão mais velho, o Julio. Moreno jambo, alto, ele não frequentava academia, mas tinha um corpo lindo. Na época eu tinha 18 anos e ele 27. Eu não tinha um corpo definido de mulher como tenho hoje, mas meus seios, bunda e coxas já eram bem definidos. Julio havia brigado com a mulher dele, com que era casado há 2 anos e voltou pra casa dos meus pais, percebi que ele estava triste com a briga porem no deixava o bom humor típico dele cair. Semanas se passaram e meu pai precisou ir para uma viagem de negócios pelo Nordeste, aproveitando a ocasião convidou minha mãe para fazer a segunda lua-de-mel, minha mãe não pensou duas vezes e aceitou o pedido, ou seja, eu ia ficar sexta, sábado, domingo sozinha com meu irmão em casa era a chance que eu tinha de tentar algo com ele. Formos levar eles ao aeroporto e na volta pra casa viemos conversando no carro:
- Nanda?
- Oi Julio!
- Vai sair hoje à noite?
- Não, por quê?
- Por nada só queria saber mesmo, pois agora quem tem que cuidar da bebezinha sou eu.
- Oh coitado ainda pensa que eu sou uma bebê ( dei uma risada maliciosa já atentando contra a curiosidade do meu irmão )
- Então minha maninha já é uma adulta? Será?
Foi ainda que minha risada maliciosa aumentou, coloquei minha mão no cabelo olhando pela janela pensando nas maneiras de demonstrar isso. Chegamos em casa, já era um pouco da noite, eu disse a ele que ia dormir no quarto do meus pais por causa do calor e que qualquer coisa ele chamasse. Fui ao meu quarto peguei uma camisolinha branca de algodão que tenho vesti totalmente sem calcinha e fui dormir no ar-condicionado. Peguei no sono facilmente, só que acordei no meio da noite com uma mão grossa a passear na minha coxa e uma respiração ofegante no meu pescoço. Fiquei fingindo que estava dormindo, porém minha bucetinha já estava ficando molhadinha com aquela mão percorrendo meu corpo e subindo minha camisola deixando minha bundinha a mostrar. De repente sinto algo grosso roçando devagar na minha bundinha e a mesma mão indo em direção a minha buceta, automaticamente abri minha perna para que a mão sentisse o melzinho que melava toda minha buceta, ele pego forte a minha perto e a levantou mais ainda enquanto isso sentia a cabecinha de um pau a brincar na entradinha do meu cuzinho que já estava piscando loucamente pedindo aquela rola. Quando o pau começo a entrar no meu cuzinho foi ai que acordei e percebi que era só mais um sonho dos vários que eu tenho quando vejo meu irmão. Quando olho no relógio é 2:47 da manhã de sábado resolvi levantar ir até a cozinha e tomar um pouco de água, sai do quatro vou em direção a cozinha quando passo pelo quatro do Julio vejo que a luz está acessa e a porta entre aberta quando olho pela brecha vejo ele nu punhetando forte vendo um filme pornô , fiquei em choque a ver aquela rola grossa, grande e totalmente dura pulsando de tesão, não êxito e fico tocando um siriri na mesma velocidade das punhetadas dele. Minhas pernas começam a ficar bambas de tanto tesão, fico soltando alguns gemidos baixos me controlando o possível para não chamar a atenção, mas não consegui quando ia gozar solte um grito alto e fino e gozei loucamente foi quando ele percebeu minha presença pro trás da porta ele correu e abriu, foi quando viu a cena que eu estava com a minha mão na bucetinha e chão molhadinho do meu gozo. Ele ficou me olhando sem reação ai foi quando passei meu dedos melados de mel na boca dele e chamei:
- Será que meu maninho que provar minha bucetinha?
Aquela cara de sem reação mudou totalmente para uma cara de safado. E sem mais me respondeu:
- Quero sim mana linda, deixa eu ver se essa bucetinha ta gostosa?
Foi quando ele me levou pra cama me deitou abriu minhas pernas deixando bem a mostra minha buceta. Passou 2 dedos nela pra conferir e os enfio com devagar, senti um prazer imenso que me controlei inteira, para me judiar mais ele foi com a língua e começo a me chupar. Descontrolei outra vez ao sentir sua língua quente em mim, segurei forte na cabeça dele fazendo pressão contra a minha buceta, não demorou muito e gozei novamente, ele safado limpou tudo com a língua de baixo pra cima.
- Que delicia de buceta mana... Agora quer sentir meu caralho?
- Quero seu puto, fode a irmã fode...
Ele pegou a cabeça e foi empurrando devagar, fui sentido um misto de dor e prazer imenso quando deu por mim a rola tinha entrado toda em mim, senti aquele caralho me rasgando por dentro, foi quando eu olhei pra ele e ele estava admirando o seu pau dentro de mim, foi quando começo a meter bem devagar pra que eu acostumasse, fazia um vai e vem gostoso que eu estava totalmente entregue a aquele macho. Depois de meter muito em mim tirou o caralho e ordenou que eu chupasse:
- Vem limpar maninha...
Como uma faminta cai de boca, chupava, lambia tudo e brincava com as bolas dele. Ele também estava fora de si, pois urrava gostoso e me chamando de puta. Depois deixar o pau dele todo babado ele novamente me jogou na cama agora pediu pra que eu ficasse de 4:
- Fica ai de 4 maninha, mostra teu cuzinho pra mim.
- Tá vendo maninho? Ele ta piscando querendo você. Vem se o primeiro a comer meu cuzinho.
Ele chegou mais perto começo a passar a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho que piscava loucamente, foi com os dedos e pegou um pouco do meu mel que saia na minha buceta e passou lá, logo em seguida abriu meu cu e cuspiu dentro dele. Ele colocou as minhas duas mãos na minha bunda pedindo pra que eu abrisse mais. Foi quando eu sinto uma enorme dor , ele tinha botado tudo de uma vez por maldade e ficou bombando com força, chorei de dor em sentir aquele caralho em mim. Ele metia e dava umas tapas e ainda falava:
- Chora puta, pra você aprender ...
Eu gritava de dor e prazer, ele lá bombando com força sem parar, mas eu gostava até cheguei a rebolar com ele dentro de mim ele por sua vez dava uns puxões de cabelo e metia mais e mais. Até que ouço ele gritar e um jato quente dentro de mim. Ele tinha gozado muito, senti meu cuzinho todo cheio de porrinha não aguentei e deitei na cama cansada e ele sentou do lado perto da minha cabeça.
- Ai Julio, você acabou comigo to fraca.
- Vem tomar leitinho que só tu fica boa.
- Seu safado .. ( dei uma risada maliciosa )
- Quem mandou mexer comigo? Agora vou querer te comer sempre.
Voltei a chupar o resto de leitinho que saia dele ficamos assim até amanhecer o dia, quando dormimos de conchinha, foi bom dormir sentindo finalmente aquele caralho roçando na minha bunda.











sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Como Gosto de Tê-la! Contado por ELE.

Trocávamos emails, dos mais tranquilos, apenas desejando uma boa semana, um bom dia, aos mais quentes, contando uma transa ou apenas como desejamos que uma transa ocorresse entre nós.

Ficamos assim por muito tempo, começamos a nos falar, ou melhor teclar online, simulando uma transa, colocando para fora toda a energia acumulada em tantas conversas por email.
A gente estava se entendendo, chegamos até a enviar msg de voz, o que me deixou com mais tesão ainda e uma vontade enorme de conhecer a dona daquela voz tão gostosa.
Queria ouvi-la falando as coisas que escrevia, queria ve-la se tocando, sendo devorada de forma brutal, como ela mesma dizia gostar.
Fecho meus olhos e começo a imagina-la, nua, totalmente, com os braços amarrados para traz na altura dos cotovelos.
Ela esta de pé a minha frente e eu sentado a beira da cama, também nú, segurando meu pau duro de tanto tesão.
Ela pede para não castiga-la e nem sei o porque, mas sei que devo castiga-la.
Com voz forte lhe digo para se virar para apanhar e ela se recusa.
Me levanto e dou-lhe um forte tapa no rosto, o estalar de minha mão em seu rosto a deixa confusa, sem saber o que fazer.
Viro outro tapa, desta vez em seus seios, de um lado e do outro, forte, sei que doeu, ela apenas me olha sem saber porque esta sendo castigada.
Desta vez se vira para mim, me sento na cama e começo a bater em sua bunda, que delicia de bunda, durinha, firme, minha vontade é de beija-la, mas tenho que castiga-la.
Começo dando tapas vigorosos de um lado e de outro, deixando suas nádegas bem vermelhas.
Minhas mãos doem devido a força que deposito em cada tapa.
Puxo você para o meu colo, coloco um dos meus joelhos entre suas pernas de forma que seu púbis se apoia em minha coxa, volto a bater, desta vez tapas estalados, vc mexe e remexe em minhas coxas à medida que recebe cada tapa.
Em dado momento abre as pernas e minha reação foi dar um tapa entre suas pernas, minha mão bateu direto em sua bucetinha, foi um tapa não com tanta força, mas a ponta de meus dedos tocaram seu clitóris.
E mais um, e outro e pude sentir que começava a se molhar e gemer baixinho.
Aumentei o ritmo das palmadas entre suas pernas, que pegavam entre seu cuzinho e seu clitóris e cada vez mais percebia sua excitação.
Em dado momento vejo você esfregar seu clitóris em minha coxa e te tão molhada que estava já escorria pela minha perna todo seu fluido.
Não pensei duas vezes, molhei dois dedos em sua bucetinha, enfiei bem fundo de uma só vez, entrei e saí diversas vezes, você gemia, agora alto.
Se esfregava em minha coxa como se tivesse fazendo sexo com ela, pensei ela deve ser punida e não comida, tirei meus dois dedos de sua bucetinha, passei na portinha do seu cuzinho e assim que a ponta do dedo entrou, enfiei de uma só vez os dois dedos, com força, até o talo, espalmando minha mão sobre sua bunda e segurando com força meus dedos dentro de você.
Você ergueu seu corpo de uma só vez, olhou para mim e disse "fode sua puta com vontade", me beijou gulosamente, sentia sua língua percorrer minha boca, molhando com sua saliva que escorria e depois era sorvida pela sua própria língua.
Lambia minha nuca, minha orelha, passava os seios em meu peito.
Eu ficava louco com o toque dos bicos dos teus seios em meu peito, que delicia, de repente, vc desce um pouco mais, deslizando sobre minha coxa, com meus dedos dentro, atolados em seu cuzinho e chega com a boca até o meu peito e de uma vez abocanha meu mamilo, chupa e dá uma mordida de leve, nossa quase gozo com aquele carinho, vc vai até o outro mamilo e faz a mesma carícia, agora não tem mais jeito, estou super excitado.
Meus dedos começam a entrar e sair de você com uma velocidade que parece mais uma furadeira e você chupando e mordendo, passando a língua em todo meu peito, isso me deixa louco.
Jogo vc de lado na cama, com os seios voltados para baixo e os braços ainda amarrados para traz, me deixam ver claramente o estrago que fiz em seu cuzinho, esta bem dilatado.
Você gemendo com a bunda arrebitada para cima e as pernas abertas é um convite, não pensei duas vezes e enfiei meu pau até o fim, puxando vc pelos ombros.
Meu saco batia em sua bucetinha a cada bombada que eu dava, forte indo até o fundo.
Em certo momento tirei meu pau do seu cuzinho e enfiei em sua bucetinha, comecei a alternar, hora um buraco, hora outro, até sentir que estava para gozar.
Puxei vc pelos longos cabelos, colocando vc sentada no chão, segurando sua cabeça pelos cabelos, forcei meu pau em sua boca e o posicionei no fundo de sua garganta.
Quando vc olhou em meus olhos com meu pau atolado em sua boca, tinha a certeza de que faltava pouco para enche-la com minha porra.
Tirei e coloquei duas vezes apenas e antes de começar a gozar, senti sua língua sair de sua boca e dedilhar meu saco, não resisti, gozei.
Gozei muito, há tempos não gozava tanto, ao tirar meu pau de sua boca, você o chupava com força, como querendo mantê-lo ali, tanto que saiu limpinho.
Beijei sua boca com vontade, dei-lhe um tapa no rosto, levantei-me e comecei a mijar em você, mirando seu rosto, sua boca, seus seios, seu corpo todo, você bebia o que podia e o resto escorrendo por todo corpo.
Deixei-a lá, enquanto eu ia embora olhava pros olhos dela com ar quem queria mais, mas preferi assim, quanto mais vontade ela tiver mais se entregará...

Recebi este conto de um amigo mais que especial, fiquei tão cheia de tesão que resolvi dividir com vcs, mesmo sendo uma conversa particular.
Amei ler e vou acabar tocando uma siririca ao reler.
Espero que tenham gostado, bjs.






quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Feliz Natal!!!!!!!


Desculpem-me a ausência, o blog não acabou, é apenas falta de tempo.
Assim que possível a bagunça recomeçará.
Bjs.

domingo, 16 de novembro de 2014

O Pai da Carol

Gente... Que apetite tem esses homens, nem no dia santo os tiozinhos deixam as ninfetas em paz.
Na manhã da última sexta-feira santa, exatamente às 07h45m eu pilotava uma Harley Davidson vestida só de calcinha e jaqueta de couro aberta, tendo ao fundo o som de uma banda de rock... Realmente tinha música tocando, era o toque do meu celular que me acordou e mesmo a contragosto eu atendi, poderia ser algo a respeito dos meus avôs que tinham ido à missa naquela manhã.
Que saco... Era o pai da Carol, pegou meu número no celular dela e estava ligando ali do meu portão. Ele pediu desculpas, pois percebeu que me acordou. Depois daquele dia do aniversário da Carol em que ele passou a mão na minha xoxota, ele ficou na minha captura.
Certo dia ele veio com uma conversinha: — Eu vi você e aquele garotão (Bruno) saindo da minha garagem na festa da Carol!
Falou que jamais contaria pra alguém, ainda disse que achou uma calcinha na garagem, por dedução sabia que era minha e disse que a guardaria de lembrança com muito carinho... Todo esse discurso era um tipo de ameaça velada.
— Está sozinha não é anjo? Vi seus avôs entrando na igreja quando eu passava de moto, e vim te fazer companhia!
E continuava: — Abre a porta pra mim amor, você não tem noção o quanto tenho sonhado em ter você. Prometo ser muito carinhoso e depois te deixo em paz!
Putz... Já passei por isso antes, sei que recusando só ia adiar o inevitável... Huuum... Eu poderia matá-lo... Não... Não era boa ideia, tava com a maior preguiça de enterrar o corpo depois (haha).
Ele não iria embora desta vez sem me foder... Ou na cama ou contando pro meu avô os meus podres.
Às vezes arrependo-me um pouquinho por ser tão provocadora e assanhada... Mas só às vezes.
Pensei: “Talvez o sexo com ele fosse bom”.
— Espera cinco minutinhos! Falei.
Foi difícil levantar tão cedo, pra feriado era quase madrugada, mas fiz um esforço danado, fui fazer xixi e lavar o rosto pra acordar.
Eu abri a porta e estava só de camisola sem mais nada por baixo.
— Nossa... A demora valeu à pena, que visão maravilhosa! Falou o safado com cara de tarado.
Falei pra ele entrar, fechei a porta e o levei até meu quarto.
Ele tinha o tipo de atitude que gosto. Já foi me agarrando, me despindo e me jogando de volta na cama, me passando a mão em todo lugar.
Assim tão cedo eu demoro um pouco pra entrar na rotação certa, mas ele soube direitinho como acender meu tesão. Carícias pra cá, carícias pra lá, beijinhos e em poucos minutos a gente se pegava em um 69 e depois de explorar o meu rabinho com o dedo alisando e lubrificando, percebi que ele já estava no ponto quando disse que estava louquinho pra me comer.
Enquanto eu me levantava, apoiei as mãos em suas pernas ajeitei-me como se fosse cavalgar ao contrário e sentei com minha boceta sobre seu pau e desci até estar todo enterrado dentro de mim.
Mexia e rebolava enquanto ele apertava minha bunda dizendo:
— Você é uma diabinha em um corpinho de anjo, não imaginava que fosse tão safadinha!
Levou um pouquinho mais de tempo pra curtir aquele cacete na boceta logo cedo, mas aos poucos fui me soltando.
Algumas cavalgadas depois eu levantei, peguei meu lubrificante que fica disfarçado em um potinho de creme labial, coloquei um pouco em minha mão e passei no pau dele massageando, passei a mão ainda melecada no meu reguinho e já fiquei de quatro, olhei pra ele com aquela carinha safada e disse: — Vem amor comer meu rabinho! Pois era ali que eu queria que ele gozasse. Ele veio babando e me agarrou pela cintura e com uma pontaria de dar inveja, acertou meu buraquinho de primeira socando até o fundo... Ohooooo, que dor da porra, aos poucos fui relaxando e a dorzinha ficou gostosa. Ele bombou forte massageando meus seios com as duas mãos, chamou-me de cadelinha, vadia e uma porrada de coisas.
Socando sem dó no meu cuzinho e com seus dois dedos ásperos socados fundo em minha boceta, não demorou muito e ele gozou, eu senti uns três jatos de porra dentro de mim, então ele começou a diminuir os movimentos... Gritei alucinada: – Não para... Não para... Continua mais forte!!
Esfreguei-me alucinada no seu cacete. Ele continuou bombando e já bufava de cansado quando eu gemendo bem cadela, gozei gostoso... Continuei com meus movimentos, diminuindo devagar e apertava seu cacete com meu buraquinho, ele se retraía todo.
Sua pica já estava molinha quando saiu de dentro de mim, ficou apreciando o estrago que tinha feito no meu cuzinho e passou o dedo, acho que media o buraco (risos) ou estava aparando um pouco da porra que escorria.
... Enquanto a gente se lavava no banheiro, discutindo a relação. Combinamos que se caso houvesse uma próxima vez não seria de madrugada.
Sai do banheiro somente com a toalha presa no corpo quando ouvi o motor de uma moto que parava na entrada e tocou a buzina.
Falei: 
— Fodeu, se veste rapidão ai!
Rapidinho lembrei que deveria ser o rapaz da farmacia que veio trazer a encomenda da minha avó.
Abri a porta e era ele mesmo. O rapaz era bem inocente, meio crianção, fui até o portão só de toalha mesmo.
Ele olhava incrédulo, prendi a pequena toalha acima dos seios, e ela ficou entreaberta mostrando parte da minha xoxota e a marca do biquíni.
Ele parecia estar muito envergonhado.
Gente... Quem me conhece sabe que eu não perderia a oportunidade de fazer uma graça.
— Nunca viu uma moça só de toalha? Ele balançou a cabeça em um não.
— E sem a toalha? E abri minha toalha mostrando meu corpo peladinho pra ele e ri gostoso.
Tive que por a mão em seu queixo pra fechar sua boca (risos).
Prendi a toalha novamente, peguei a entrega, agradeci e dei tchau pra ele jogando um beijo e entrei.
O homem estava lá escondido todo medroso, depois dizem que nós mulheres que somos o sexo frágil.
— Você tem que ir agora, meus avós devem estar chegando! Ele se despediu e foi, espero que satisfeito.
Deitei novamente e ainda tirei uma soneca gostosa.
Beijos amigos, até a próxima!
Conto retirado da internet.